29/06/2013
Incursão da Polícia Civil na Portelinha tem saldo de um morto mais cinco presos
 

Gá, crimes, estupro e assaltos aos 21 anos de idade


Agente da PC checa fisionomia de José Walisson, morto a tiros


Dois balaços de calibres diferentes atingiram Gá no peito


Outro balaço em cheio próximo ao peito de José Walisson


Vítima cheirava cola e era môco de um ouvido de nascença, dizia "querer morrer cedo", contou a mãe Zefinha


Regivaldo, o Bode, preso traficando Crack, segundo a Polícia Civil


Armas pertencentes a Gá mais celulares e projeteis


Mãe de Gá e esposa de Welington, irmão preso na operação, choram com a notícia de que Gá na troca de tiros com a PC levou a pior


Crack, segundo a PC, pertencente a Bode


Diretor-geral da Polícia Civil, Robervaldo Davino


Bode usa tornozeleira e vive no submundo do crime


Regivaldo José dos Santos, volta a tirar cadeia


Bode é acusado de tráfico em Murici e Branquinha


Delegado Manoel Vanderley ler lista extensa de crimes de Bode

 
Uma incursão da Polícia Civil no bairro Portelinha, periferia de Murici, com o objetivo de cumprir seis mandados de busca e apreensão resultou na troca de tiros entre a Polícia Civil, da Operação Asfixia, e o bandido José Walisson da Silva Oliveira de 22 anos de idade, mais conhecido com "Gá".

De acordo com o delegado Manuel Vanderley, no dia 29 de abril deste ano, Gá assassinou a tiros o tratorista Jorge da Silva, de 46 anos, quando se deslocava para a feira livre de Murici. O crime chamou a atenção em função do requinte de crueldade como foi praticado por José Walisson que abriu o rapaz pelo meio como uma sardinha, cortou os testículos e o pênis da vítima e colocou dentro de sua barriga.

Segundo testemunhas, Gá teria tomado de assalto uma motocicleta para cometer o delito, motivado pelo ódio, pelo fato de sua ex-esposa ter um relacionamento amoroso com o tratorista logo depois da separação.

Na delegacia de Polícia de Murici, Josefa Rita da Silva, de 49 anos, mãe de José Walisson lamentava a morte de seu filho por ter enfrentado a Polícia a tiros. "Quantas vezes eu reclamei pra ele párar de cheirar cola, ele não fumava maconha", disse Zefinha, uma morena tropicana.

Ao blog, o diretor-geral da Polícia Civil, Robervaldo Davino, revelou que o Gá "era um cara extremamente violento. Contra ele existem crimes de pistolagem, um estupro contra um menor de 11 anos, e assaltos a mão armada.

Quando nós chegamos no barraco onde ele fazia morada, de posse de dois revolveres calibre 38, Gá abriu fogo contra a Polícia e lamentavelmente ele levou desvantagem. Mas fique certo que ele ainda foi conduzido as pressas para o hospital Dagoberto Omena pelos socorristas da Samu, mas deu entrada no hospital já sem vida", justificou Robervaldo Davino.

A Polícia prendeu ainda Regivaldo José dos Santos, de 21 anos de idade, conhecido como Bode. Com ele, 20 pedras de crack. Ao delegado Manuel Vanderley Bode jurou que era apenas "usuário", mas na verdade Regivaldo tentava substituir Zé da Nóia em Murici e Branquinha no comando do tráfico. Nóis, preso, responde a 18 processos, sendo 14 homicidios, assumidos pelo indigitado", disse Vanderley.

 
Comentários:
 
Alvorada escreveu em 29/06/2013 22:38:42:

Que pena derrubarem apenas um.
 
Maria escreveu em 29/06/2013 16:32:33:

18 processos o cara responde e 14 homicidios, E AINDA CONTINUAVA SOLTO. ALAGOAS EH TERRA DE BANDIDO MESMO, TERRA SEM LEI. DEUS ME LIVRE. Agora prenda e nao deixe se soltar mais nao.
 
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