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Turismo

Intelectuais da Laje discutem preservação do seu patrimônio histórico e cultural


Encontro ocorreu na reitoria da Ufal(foto divulgação)



Claudionor; Jacineide, Ronaldo e Josemary Ferrare discutindo a preservação do Patrimônio arquitetônico Lajense


Intelectuais de São José da Laje dispensaram na manhã desta quarta-feira,10, um naco de seu tempo na reitoria da Ufal para discutir a preservação do Patrimônio Histórico e Cultural do município. Participaram do encontro a secretária municipal de Cultura, Turismo e Comunicação da prefeitura municipal, Jacineide Maia; o servidor federal(Incra) Claudionor Brito; a professora dra. Josemary Ferrare(Ufal), além do professor Ronaldo Andrade, presidente do Instituto Histórico.

Pelo WhatsApp, Claudionor disse ao blog que o pensamento é catalogar o patrimônio arquitetônico da Laje com a participação da comunidade. "Foi uma reunião agendada pelo profssor Ronaldo para definir inventário do patrimônio Arqueitônico de São José da Laje com desdobramentos de material lúdico e pedagógico", disse.

São Jose da Laje é um dos poucos municípios da Zona da Mata alagoana que ainda preserva alguns prédios erguidos no século XIX, a exemplo do imóvel onde funcionou a sede do governo municipal na gestão do ex-prefeito, Múcio Veras.

Outro ponto que chama a atenção das pessoas que visitam a cidade, está localizado na usina Serra Grande com seus casarões do século passado. "Todas as vezes que visito são José da Laje faço questão de incluir nesse meu passeio a usina Serra Grande. Ela tem uma frente que nos remete a uma arquitetura primorosa com seu estilo rococó.

rococó é um estilo artístico que começou na Europa no século XVIII, ele buscava se contrapor ao estilo do barroco. ... É possível encontrar características dessa escola artística na pintura, na escrita, na escultura e também na arquitetura.

Outro estilo que existe em alguns prédios em São José da Laje está ligado ao Romântico, onde as paredes eram grossas e existiam poucas e pequenas janelas. Tanto as igrejas como os castelos passavam uma ideia de construções “pesadas”, voltadas para a defesa. As igrejas deveriam ser fortes e resistentes para barrarem a entrada das “forças do mal”, enquanto os castelos deveriam proteger as pessoas dos ataques inimigos durante as guerras.

"Então nós temos tudo isso como riqueza cultural num município onde a poesias e as artes somam a esse legado", comentou com o blog a historiadora Maria Lídice ouvida por nossa reportagem.

Publicado em 10/05/2017
1 comentários
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  1. User

    Claudionor de Brito escreveu em 11/05/2017 11:13:57:

    Agradeço e parabenizo o amigo jornalista pela brilhante matéria e por sempre valorizar a cultura e a história da nossa querida São José da Laje.

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