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Cidades

Sem estrada de acesso, moradores da Serra da Barriga pedem socorro


Trecho de acesso a Serra da Barriga: abandono geral


Quando o assunto é turismo cultural, o endereço mais procurado em Alagoas está com sua estrada comprometida. Moradores que residem na serra da Barriga e todo seu entorno se queixam do abandono total da estrada de terra que dá acesso aquela região, já que a lama e os buracos lideram a oferta.

A partir do extinto matadouro público da cidade, tem início o súplicio. São sucessivos buracos e cráteras gigantes que engolem a estrada. Mais na frente, próximo a um arruado de casas pertencentes a fazenda Jurema está a situação mais critica. Tráfego mesmo com menos supapo só de motocicleta e a saída para os nativos e enfrentar o trajeto até a porta de casa a pé.

"Como se não bastasse um trator em sendo utilizado para conduzir alguns turistas para a Serra da Barriga aumentando as nossas dificuldades que são criadas com o intenso vai e vem", disse um morador que reside no sopé da serra. O trator que se refere o morador pertence ao hotel fazenda Quilombo, um park hoteleiro referência no município.

"Pedimos ao secretário municipal de Infraestrutura que encare essa realidade que nos aflige. Não temos estrada nenhuma para a serra da Barriga, para chegarmos em casa, isso é uma desgraça", definiu outro morador a situação.

A mais ilustre moradora da serra da Barriga e proprietária de um restaurante especializada em comida Afro, Mãe Neide, espiritualista e uma das entusiastas pelo reconhecimento da Serra como Patrimônio Cultural do Mercosul já cancelou a vinda dos turistas da capital para o Baóba através da empresa CVC.

"O movimento parou por aqui tem semanas. Mãe Neide vem por aqui por que ela é a dona do lugar, mas não vi mais entra e sai na casa grande dos santos", disse um morador próximo ao Baóba.

Com a promessa de se construir o acesso a serra, Governo e prefeitura municipal de União dos Palmares não se explicam pelo abandono, a dificuldade nã está no aporte de recursos finnceiros que já canalizados via Caixa Econômica. Infelizmente, o cenário real é de abandono no percurso de 8 quilômetros prometidos de se transformar numa estrada de calçamento em paralelepípedo viável para qualquer época do ano. A construtora que ganhou a licitação da obra, abandonou os trabalhos faz mais de cinco meses. O blog tentou localizar o seu responsável, mas não teve acesso.

Publicado em 19/06/2017
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