Foram 8 anos da gestão Kil de Freitas e o primeiro ano, no comando da cidade, de Júnior Menezes, sem festa na praça Basiliano Sarmento. Kil, ex-prefeito, transformou o espaço num vasto estacionamento, a atual gestão segue o modus operandi. Se a festa de Santa Maria Madalena tem 191 anos de existência, 180 deles, foi de extrema e boa relação entre o prefeito de União dos Palmares de plantão e a paróquia, que sempre teve bons lucros. Leilões de gado, bingos com prêmios 0800 onde até o saudoso João Lyra doou um veículo do ano 0KM para a paróquia realizar o bingo, mais valioso da história.
Mesas, eram vendidas e a grana direcionada para o padre de plantão. Atrações musicais patrocinados, existia até disputa pelos dias 1-2 com cara feia entre o saudoso, prefeito Afrânio Vergeti e o ex-governador, Manoel Gomes de Barros, que foi prefeito da cidade, para ver quem ficava com o dia 1 ou o 2 de fevereiro. Os demais dias, atrações com bandas de bailes, a exemplo de Tuaregs; Alcano; Fevers; Adilson Ramos e assim a festa de Santa Maria Madalena, padroeira de União dos Palmares se revelou no maior evento festivo da Zona da Mata. A data correu o mundo, encheu o palmarino de orgulho. teve épocas em que a festa no seu último dia, culminava com o carnavalesca e a banda que tocava na palmarina arrastava seus foliões para a praça Basiliano Sarmento num encontro só.
De repente vem a conversa fiada de que nada de festa na praça Basiliano Sarmento pode acontecer. Zero baticum. Fim da tradição secular e o que era alegria o silêncio tomou de conta. E olha que tudo isso caiu nas costas do prefeito de plantão, Júnior Menezes, que foi engolido pela sandice do padre de plantão. E agora, José Iran Menezes da Silva Júnior: A festa acabou? E agora, José? Júnior foi respeitoso com a decisão paroquial, mas não houve reciprocidade. Tudo estourou em suas mãos, anos e anos depois. Das nove noites, teremos apenas 1 em pauta, nem mesmo o dia 2 de fevereiro haverá baile, shows, nada. E assim, o verbo se fez carne. Igreja católica sempre gostou de conflito, mas nem sempre venceu, taí mais uma.(Ivan Nunes é jornalista)
Santa Maria Madalena, se der tempo, rogai por nós, por favor
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