O sepultamento do corpo do jornalista, Iremar Marinho de Barros, de 77 anos, no cemitério Parque das Flores, em Maceió, foi marcado por depoimentos de amigos, jornalistas e parentes que lembraram de sua trajetória na poesia, na pintura e no jornalismo combativo em Alagoas. Para Fernando Valões, que foi editor de imagens dos telejornais da TV Gazeta de Alagoas, onde Iremar Marinho foi editor-geral, "a morte dele foi um duro golpe nesse seleto mundo da poesia, do jornalismo sem curvas e feito por pessoas corretas.
Iremar foi um excelente pai, avô e companheiro dos jornalistas que ele encontrou nas redações de matutinos importantes em Alagoas, a exemplo do jornal Extra; Jornal de Alagoas; Tribuna de Alagoas. "Estou muito triste com a sua morte", disse Fernando Valões que veio de Santana do Ipanema, se despedir do amigo e jornalista.
Entre os presentes, Benedito Silvino, bancário aposentado do banco do Brasil, que disse ter estudado com Iremar Marinho na escola Cenecista, Santa Maria Madalena, em União dos Palmares, sua terra natal. O jornalista Douglas Lopes, foi se despedir do tio de sua esposa, assim como Ielma, sua irmã; o advogado Júnior Urubá, o engenheiro Civil, Diego Urubá, o jornalista Chaparral, com atuação no curso de Comunicação da UFAL. O presidente do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas, Lino, prestou homenagens a Iremar Marinho, ex-dirigente da instituição,
O esquife baixou à sepultura passava das 17h onde parentes prestaram as últimas homenagens ao jornalista.
Esquife com o corpo do jornalista deixa a Capela onde foi velado no Parque das Flores
Companheiros de redação foram se despedir de Iremar Marinho
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