No jogo político, rompimento de acordos, votos secretos e dissidências partidárias são frequentemente rotulados como traição e é exatamente o que vem acontecendo com o ex-prefeito de União dos Palmares, Kil de Freitas, que se tornou especialista no assunto. Primeiro foi Collor de Mello, do PTB, partido em que foi eleito vice, tendo Zé Pedrosa, na cabeça da chapa. O ex-presidente, Fernando Collor de Mello, disputava o governo de Alagoas e veio a União dos Palmares. Esperava contar com Kil de Freitas, no palanque, mas ele não deu as caras.
Foi num comício realizado na esquina do restaurante 90º Graus, quando Fernando Collor de Mello, se decepcionou, com o ex-prefeito, Kil de Freitas, exatamente na ponte Alfredo do Cartório. Desapontado, o ex-presidente Collor, contou apenas com a presença de dois destemidos vereadores da época: Fabian Holanda e Edvan Correa - o Bobo. Collor em uma de suas memoráveis falas, disse que "os maloqueiros do bairro Morro das Cobras - o Padre Donald, iriam sentir, caso fosse eleito, o peso de sua munheca no espinhaço, numa forma evidente de por fim a bandidagem do lugar.
Kil de Freitas seguiu protagonizando novas traições. Primeiro foi João Lyra, depois à família Calheiros; o governador, Paulo Dantas não ficou de fora. O ex-governador, Manoel Gomes de Barros, também. Foi na disputa com Beto Baia pela prefeitura de União dos Palmares, onde surgiu à célere frase do Mano: "Quem manda nessa porcaria sou eu, há 30 anos!".
E, agora, o presidente Lula, foi alvo de Kil de Freitas onde para agradar, Alfredo Gaspar, virou Flávio Bolsonaro(22). Kil de Freitas tem sido um traidor político contumaz, segue usando o seu punhal frio, para golpear amigos na política. O caso mais recente, foi o prefeito, Júnior Menezes, atual prefeito, cfolocando o jovem político, numa situação difícil, adversa e amarga. Mas, às urnas no último pleito, fez Kil de Freitas, tomar um chá amargo, e transformar Júnior Menezes, num político vitorioso
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