Delegado revela que segundo homem envolvido no crime de José Aparecido, o Dil, foi assassinado

Deve-se aos apresentadores Célio Martins e Tássia Carla do programa União Notícias, da rádio AG FM, revelações do assassinato de José Aparecido Santana da Silva, de 33 anos de idade, morto de maneira torpe e vil por Marcos José Ferreira de Melo,44, na noite do dia 8 de abril no bairro Nilton Pereira com Santa Fé em União dos Palmares.

De acordo com o Delegado Regional, Edberg Sobral, Marcos conversava com um homem identificado pela Polícia Civil como Ricardo Januário da Silva quando a vítima pediu para ingerir bebida álcoolica na companhia dos acusados e que o pagamento seria um 'boquete', o que deixou Marcos constrangido.

Nem mesmo um pedido de desculpas formulado pela vítima acalmou a ira de Marcos que irritado prometeu dá-lhe uns tabefes o que não aconteceu por conta de outras pessoas que estavam bebendo com eles na residência do acusado no bairro Nova Esperança.

José Aparecido chegou a comentar com uns conhecidos que estavam na bebedeira que o Marcos teria ficado 'brabo' pelo convite feito por Dil, como era conhecido no bairro Nilton Pereira.

No caminho para casa, José Aparecido, o Dil, foi alcançado por Marcos e Ricardo que disseram para a vítima que topariam praticar sexo com ele e, ordenou que o homossexual ficasse totalmente despido.

Nesse momento houve uma discussão para saber quem seria o primeiro, foi quando Ricardo pegou a calça de José Aparecido, o Dil, e passou a enforcá-lo. Dil passou a se debater no chão, foi quando Marcos sacou um facão que carregava na cinta e passou a golpear o rapaz na altura do pescoço. A vítima tentou pedir socorro, mas estava sem voz devido a tentativa de asfixia mecânica imposta por Ricardo Januário.

— O crime foi tão bárbaro que Marcos chegou a comentar que o pescoço de Dil era duro", disse o Delegado Regional. Esta semana, Marcos José Ferreira de Melo, pediu para ter uma conversa com o Delegado Edberg Sobral e revelou existir um segundo homem no crime e, que essa pessoa seria Ricardo Januário da Silva, que foi assassinado antes mesmo de ser preso pela polícia.

— Debito o assassinato do Ricardo a um tribunal do crime", disse o Delegado Edberg Sobral na emissora em FM.

— A Polícia já fez a parte dela, e muito bem feita por sinal. O autor do crime foi preso e autuado em flagrante delito, encontrando-se à disposição do Poder Judiciário. A manifestação tem que ser feita em outro lugar agora, não na porta da Delegacia, disse Válter Nascimento, responsável pela área GPJ2.

Essas pessoas estão equivocadas, reforço. Tudo depende de um devido processo legal criminal que tramitará na Comarca de União dos Palmares, obedecendo todas as regras estabelecidas no Código de Processo Penal Brasileiiro, devendo o autor ser processado na forma da Lei.

Agora, nessa fase persecutória, atuam o MP e o Poder Judiciário, cabendo à polícia judiciária o envio dos autos com todas as provas colhidas durante a fase investigatória, oitivas de testemunhas, juntadas de laudos periciais, etc", disse Valter Nascimento no comando do GPJ2 para os municípios de União dos Palmares; Viçosa; Novo Lino e Matriz do Camaragibe, cidade da região Norte de Alagoas. 


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